Respeite-as

Gaia

Os homens não respeitam nada.
Não respeitam a vida ou a morte.
Não respeitam uns aos outros.
Não respeitam a individualidade de cada um.
Porém, há uma forma de respeitar tudo isso, de uma só vez.
Respeitando as mulheres.
Respeite todas as mulheres, não somente as filhas humanas.
Respeite e proteja todas as representantes da Sagrada Mãe.
Respeitando todas elas, estaremos respeitando a vida e a morte;
Estaremos respeitando uns aos outros, pois todos viemos de uma mãe;
Estaremos respeitando a individualidade de cada ser;
Estaremos respeitando aquelas que entendem, sentem e dão a vida e também nos acolhem no leito de morte;
Estaremos respeitando todas as mães de todos os animais, nossos companheiros;
Estaremos respeitando todas as árvores, flores e frutos;
Estaremos respeitando todas aquelas que GERAM e GESTAM o MUNDO.
Respeitando-as, estaremos respeitando a Mãe Terra e a Mãe D’Água Grande.
Respeitando-as, estaremos respeitando a toda a Vida e, portanto, a nós mesmos.
Amando-as, estaremos nos amando.
Cuidando-as, estaremos nos cuidando.
Respeite-as.
Ame-as.
Cuide-as.
Salve todas as mulheres, mães, filhas e anciãs!

Vícios e Objetivos

Balancear os aspectos da vida é resultado de um esforço contínuo. Assim parece pois os maus hábitos sempre voltam a atormentar quando se está treinando dominar a si mesmo.

As paixões nos fazem sucumbir diante de nossos projetos mais ambiciosos. Metas e objetivos que traçamos parecem não haver força diante de um mau hábito fortemente estabelecido.

Mais uma vez, a habilidade mental se faz necessária. Conhecendo o que ativa o desejo do mau hábito, pode-se evitar esses gatilhos. Há inúmeras formas de se mudar um hábito, cada qual dependendo de que tipo de hábito se deseja mudar.

Por exemplo, se se tem um desejo irrefreável de comer doces à noite, pode-se criar certas estratégias para evitar esse desejo. A pessoa tem que ser mais esperta que esse Desejo-de-Comer-Doce. O ideal seria enganar a própria mente, sem que ela soubesse. Criar barreiras, empecilhos, dificuldades, mudanças de pensamentos e de sensações, ao se deparar com o momento daquele mau hábito. Por exemplo, nesse caso, poderia-se:

  • escovar os dentes, ajudando a cortar a fome
  • comer uma fruta
  • mudar o pensamento, através de um livro, um filme, um artigo em um blog, um vídeo online, uma prática meditativa, etc

Ainda assim, muitas vezes o mau hábito se faz mais forte que as nossas tentativas de refutá-lo, acabando por fim rendendo-se a ele. E a cada vez que nos rendemos, o hábito se torna mais forte ainda, pois torna-se resistente às nossas débeis tentativas de matá-lo.

A partir disso, a frustração de não se progredir no sentido desejado vai se fazendo cada vez mais presente. Vai-se perdendo o respeito próprio, a força de vontade, aquela certeza de que se consegue fazer o que se planeja. Pouco a pouco, os planos vão sendo deixados de lado, “pois não consigo mudar”, “não tenho tempo”, “estou cansado”, e tantas outras desculpas que inventamos para nós mesmos a fim de não encararmos a verdade que não temos mais as rédeas de nosso destino. Demos as rédeas para os desejos que sentimos em saciar uma breve necessidade, sentir um breve prazer, quando poderíamos sentir uma prazer muito maior em concluir aquele projeto ambicioso e fantástico que nos propusemos, que nos ajudará a crescermos e nos tornarmos mais completos, mais confiantes em nossas próprias forças e habilidades, mais direcionados aos nossos anseios mais profundos.

Acho que o principal passo a ser dado quando não se está feliz é justamente perceber essa infelicidade. Daí, passa-se a analisar o que é que está impedindo de se ser ou de se fazer que te empurrará mais próximo a felicidade. Encontrando o que ou quem está impedindo a concretização dessas necessidades, torna-se claro o que deve ser feito: seguir em frente com o trabalho! Estourar as barreiras que o(a) impedem, achar tempo, achar forças, achar inspiração, ou seja lá o que for que se necessita para atingir as metas.

Com isso, ganhará a auto-confiança e o auto-domínio, peças-chaves para se viver bem e realizar o que precisa ser realizado.

 

Novo ano, velhas (e novas) reflexões

Velhas Reflexões

Vai ano, vem ano, e a impressão que tenho é que não importa a mudança desse número, desse contador. A mudança do número não importa. Assim como as tarefas diárias não importam por si próprias; elas são uma parte que se precisa dominar na vida, mas não se deve focar absolutamente nelas, pois não são um fim, elas são o preço cobrado, ao qual se vai pagando (ou não) conforme se vai vivendo e as executando.

Dormir, acordar, tomar café, trabalhar, tomar banho, lavar pratos, limpar a casa… são coisas que todo ser humano deve fazer, seja ele próprio, ou algum outro pago por ele. Mas entre tudo o que se faz durante o dia, deve haver algo que você faça com paixão, com amor, com vontade genuína; com uma força que te impulsiona e te dirige, de tal forma que você não se force em absoluto em fazê-la, mas ao mesmo tempo deve-se deixar “rolar”. Fluir.

Todos os dias eu vejo a janela de tempo para fazer essa coisa surgir, e eu penso “posso deixar para depois” ou “agora não posso, estou executando X tarefa, depois farei isso”. Mas o tempo se escoa e o que eu realmente queria fazer não foi feito.

A solução?

Fazer mesmo que interfira em outras tarefas. Tomar nota, pelo menos, do que se quer fazer. Abrir mais janelas no tempo para executar isso, que vêm lá do âmago de seu ser. Senão, fica-se preso nas tarefas diárias corriqueiras e a tarefa que realmente importa para esse momento no tempo-espaço fica adiada para depois ou amanhã. E o amanhã nunca vem, o depois nunca vem; pois o amanhã é sempre amanhã. O amanhã não existe, é uma ilusão criada pela mente. O agora existe. O dia 12/01 existirá, se eu viver até ele. Mas o amanhã? O amanhã é a promessa jamais cumprida, o desvio da atenção, a auto-ilusão.

O que é que eu tenho adiado seguidamente, sem trégua?

Questões sem resposta (novas reflexões)

Quando se busca pelas grandes respostas da vida, não se sabe o que acontecerá. O buscador muitas vezes se perde; seja em conceitos fora-de-si, seja em si mesmo. O Universo parece derramar sua infinitude para dentro e para fora do buscador. Os espaços e dimensões são tão complicadas e abstratas que fica difícil expor em palavras. Acho que a grande barreira para encontrar as respostas, no meu caso, seja eu mesmo.

Temo mergulhar em mim mesmo. E se eu me perder? E dai, como me acharei? Estarei pior do que estou agora, não?

Se sou feito, mesmo que diminutamente, dos mesmos arquétipos que compõe as dimensões do Universo, então em mim há, ainda que sob severas restrições, todas essas dimensões disponíveis para explorar. Talvez não estejam “abertas”, por assim dizer, mas o potencial existe. O potencial de se conectar nesse planos existenciais e, quem sabe, estabelecer contato com alguém de lá. Loucura minha? Talvez…

Ou ainda, tornar-se um receptáculo para que alguém do lado de lá venha para cá. Um veículo, ainda que temporário, para outros seres visitem e experimentem nossa dimensão.

Se isso é verdade, então, esse potencial de conexão interdimensional existe em todos e em cada ser humano. Você, eu, sua mãe, seu colega de trabalho, seu chefe, seu amigo, seu inimigo, o mendigo da rua, o viciado em crack, a prostituta, o lixeiro, o ladrão, o assassino… todos eles… com um imenso potencial. Todos eles, com tanto para explorar, para experimentar. Todos podendo ser heróis por si próprios… ou vilões.

E tudo isso existe espalhado em todas as situações que vivemos. Pois acessamos essas dimensões para pegar inspiração, para pegar energia de ação, para raciocinar, fazer cálculos, lembrar de eventos passados, sentir amor, tristeza, felicidade. Pois, se esses arquétipos divinos interpenetram e compõe toda a realidade, então tudo o que existe bebe da fonte deles. Bebe dessas dimensões, ou planos existenciais.

E é aí que toda essa enorme reflexão, todas as consequências que vêm pra você, tornam-se difusas demais e a “realidade” se faz mais forte, trazendo-o para o “aqui e agora” novamente, dizendo “ok, páre de viajar demais. Você tem tais tarefas para fazer. Faça-as, concentre-se nelas. Isso é o que importa!”.

E você abaixa a cabeça e obedece esse impulso, pois sabe que o que deve ser feito tem de ser feito, e se não for feito, será muito pior. E você se lembra que a experiência é o que vale no final das contas, não as conjecturas que se formam na sua mente demasiadamente inflada de informações e livros. Mas, que há a possibilidade para o que se pensou, isso há… e lá no fundo, você sabe que é preciso comprovar por si mesmo ao invés de ficar apenas supondo… e a aventura de se trilhar o caminho surge mais forte e lhe puxa para ela, instigando-o. E agora? Ir ou não ir? Trilhar ou não trilhar? Eis a questão!

 

Lições

Ontem percebi que havia errado na contagem do Sefirat Ha Omer. Isso me causou inúmeros sentimentos e reações. Primeiro, fiquei muito bravo. Bravo comigo mesmo. Intolerante. Como pude ser tão tolo? Tão negligente? Logo eu, que estava fazendo com a maior dedicação, com todos os instrumentos, todos os dias, da forma correta?

Considerando que estava fazendo no formato Avançado, como pude me deixar trair tão facilmente?

Aí surgem as respostas. A intuição, a voz interior.

“Nesse dia, você não fez como nos outros dias. Você foi afobado. Foi apressado. Não quis seguir todos os passos. Quis terminar depressa. Nessa correria, não prestou atenção suficiente. E atenção é primordial nesse tipo de exercício. Como você espera conhecer-se e explorar seus limites, sem ter atenção? Ora, a atenção é o fundamento da meditação. Meditação é o próprio treino da atenção. E você negligenciou esse aspecto, talvez o mais importante de todos.”

“Você estava indo bem. Estava fazendo progressos. Mas deixou que coisas momentâneas fossem mais importantes do que a tarefa que você mesmo se propôs. Isso fez com que perdesse a contagem. E isso em si só é uma lição valiosíssima. Encare-a como sendo a lição do Sefirat Ha Omer desse ano. Perceba como esse problema tem afetado sua vida como um todo, inclusive em áreas que você nem havia notado. Páre de dar tanto crédito à mente linear e ao seu próprio conforto. A mente linear é somente um instrumento que ajuda em certas tarefas, nada mais. Ela não é seu centro. Assim como seu conforto, que pode ser adquirido em pouco tempo, com poucas coisas. Já o que você busca não pode ser adquirido com a mesma facilidade, ou pode?”

“Equilibre-se. Sempre que estiver desequilibrado, equilibre-se. Lembre-se dos exercícios que conhece. Use-os. Respire fundo. Não se deixe levar pela rapidez e afobação externas ou internas. Faça o que propôs a si mesmo, e faça bem feito. Atenção. E, é claro, perdoe-se.”

“Não se julgue tão pesadamente. Você está evoluindo. Não se culpe nem se puna. A auto-punição te previne de aprender e vivenciar o momento, atrasando seu progresso. Sei que a justiça é um dos valores regentes de sua vida, mas ser justo é dar permissão para reparar os erros. Nada é definitivo, como você bem sabe.”

“Trabalhe com boa vontade e diligência e lembre-se de não se auto-promover demais. Você estava indo bem, mas você estava se congratulando demais por isso, o que acabou criando uma auto-imagem maior do que você realmente é. Essa auto-imagem aumentada é que está forçando você a se julgar pesadamente demais.”

“O Trabalho do Omer é o do auto-conhecimento, o de conhecer a sua própria árvore da vida e praticar para melhorá-la. Ora, isso pode ser feito mesmo tendo quebrado a corrente. Continue com o trabalho, da melhor forma que puder, e verá que terá valido a pena todo o esforço. O autoconhecimento é a sua recompensa.”

Então, com tudo isso para refletir e aprender, vejo que as lições desse ano são: ser mais humilde, ser mais disciplinado, e ser mais tolerante comigo mesmo.

Obrigado, egrégora do Sefirat Ha Omer. E os trabalhos continuam!

Aniversário de 1 ano da coluna no Portal Teoria da Conspiração!

Esse mês completa um ano que a coluna Labirinto da Mente foi inaugurada no Portal Teoria da Conspiração. Graças a essa oportunidade de ouro oferecida pelo Projeto Mayhem e pelo Marcelo Del Debbio, conseguimos aumentar muito o número de acessos a esse site e ao próprio TdC. Não sei como agradecer apropriadamente a essa honra que me foi concedida. Acho que a melhor forma de agradecer é me tornar cada vez mais um escritor capaz de transmitir a mensagem que tenho para passar.

Ao longo desse ano, tive a chance de expor vários pontos de vista no portal TdC, onde tive a dádiva de argumentar e discutir com pessoas dos mais diversos tipos e interesses. Têm sido um excelente treino para mim e para minhas idéias e teorias. Meu Labirinto têm se reformulado e reestruturado ao longo desse ano de forma imensurável! Aprecio muito a todos os leitores que têm acompanhado meu trabalho no portal e aqui no Labirinto da Mente. É um privilégio ter toda essa audiência e essa crescente interação em ambos os sites. Vocês são fantásticos. Parabéns!

Esse mês começarei então a publicar aqui os artigos que foram publicados lá na coluna do Portal. Dessa forma vocês poderão reler esses artigos e colocar aqui quaisquer comentários adicionais que desejarem, ou dúvidas que porventura surjam.

Um abraço especial a todos os colunistas do TdC que têm me apoiado e ajudado a manter a comunidade ocultista, hermética e pensadora de forma limpa, sincera e íntegra, procurando a verdade e a tolerância entre as opiniões. E um grande abraço a você, Marcelo Del Debbio, por todo o seu esforço ao longo desses anos e por tudo o que  nos tem feito e ajudado para progredir e aumentar a influência e a disseminação da Verdade e da Iluminação das pessoas, livrando-as das Trevas da Ignorância e do Preconceito. Que o seu e o nosso trabalho frutifique e seja visto e ouvido pelos quatro cantos do mundo! Assim seja!

Glossário Informal de Termos

Há geralmente muita confusão e maus entendidos com relação a certos tipos de informação, como por exemplo, o tipo que é comentado aqui neste site e em outros dos quais participo.

É minha intenção começar a escrever mais sobre as filosofias e práticas que estou em contato atualmente, mas antes disso, percebi que seria útil e esclarecedor publicar uma explicação sucinta dos termos mais utilizados nesse meio.

O objetivo é de construir uma base mútua de entendimento entre o autor e os leitores, para que haja uma interação saudável e verdadeira, em bases claras e num ambiente de neutralidade.

Claro, isso nem sempre é possível. Mas é sempre bom fazermos a nossa parte para que haja o mínimo de maus entendidos :)

Acessem o Glossário clicando aqui:

http://www.labirintodamente.com.br/blog/glossario-informal-de-termos/

Sintam-se à vontade para sugerir alterações ou inclusões, utilizem o próprio link acima, adicionando nos comentários.

Caso não achem algum Termo ou estejam procurando uma descrição mais completa, favor acessar a Wikipédia de Ocultismo, projeto desenvolvido por Marcelo Del Debbio do portal Teoria da Conspiração, que conta com mais de 4.900 verbetes e 2.000 imagens.

Tornar-se o que se é

…vivemos em um mundo onde uma multiplicidade de forças muito poderosas tem atuado sobre nós. Do nascimento, passando pela escola, até o trabalho, tentam suprimir nossa individualidade, nossa criatividade e, acima de tudo, nossa curiosidade – em suma, destruir tudo que nos encoraja a pensar por nós mesmos. Nossos pais queriam que nós agíssemos como as outras crianças da vizinhança; eles enfaticamente não queriam um menino ou uma menina que parecessem “estranhos” ou “diferentes”, tampouco “condenavelmente espertos demais.”

Então entramos na escola, um destino pior que a morte e o inferno combinados. Ao aterrissarmos em uma escola, aprendemos duas lições básicas: 1) Existe uma resposta correta para qualquer questão; 2) A educação consiste em memorizar essa única resposta correta e regurgitá-la nas “provas”. As mesmas táticas continuam pelo ensino médio e, salvo em algumas ciências, até a universidade.

Através desta “educação” encontramo-nos bombardeados pela religião organizada. A maioria das religiões, no ocidente, também nos ensina a “única resposta correta”, a qual devemos aceitar com uma fé cega; pior ainda, tentam nos aterrorizar com ameaças de sermos queimados após a morte, tostando e fervendo no inferno se alguma vez ousarmos pensar por nós mesmos, de fato.

Depois de 18 a 30 anos de tudo isso, entramos no mercado de trabalho, e aprendemos a nos tornar, ou a tentar nos tornar, quase surdos, mudos e cegos. Devemos sempre dizer aos nossos “superiores” o que eles querem ouvir, o que veste seus preconceitos e/ou seus desejos fantasiosos. Se notamos algo que eles não querem saber, aprendemos a manter nossas bocas fechadas. Se não –

“Mais uma palavra, Bumstead, e você está despedido!”

Este rebanho humano começou com gênios em potencial, antes que a conspiração tácita da conformidade social enferrujasse seus cérebros. Todos eles podem se redimir dessa liberdade perdida, se trabalharem duro pra isso.

Eu trabalhei por isso por 50 ou mais anos até agora, e ainda acho partes de mim agindo como um robô ou um zumbi em algumas ocasiões. Aprender a “tornar-se o que se é” (como na frase de Nietzsche) leva o tempo de uma vida, mas ainda parece ser o melhor a se fazer.

Texto de Robert Anton Wilson, autor da Madras Editora (Fonte)

Carta a um Maçom

Rio de Janeiro, 9 de julho de 1963.

Caro Dr. G.:

Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.

Li, com maior prazer, a entrevista concedida ao Diário de Notícias, através da qual o Grande Oriente do Brasil manifesta à nação a sua intenção de, finalmente, fazer com que a Maçonaria venha a ocupar na vida brasileira o papel que lhe cabe e sempre lhe coube desde a Independência – que, como todos sabemos, foi feita por maçons.

Relembrei nessa ocasião minha conversa com o senhor, e as nossas palavras de despedida, nas quais buscou o senhor gentilmente trazer à minha atenção o fato de que (na sua opinião) a Igreja Católica Romana é uma boa introdução à vida adulta para crianças. Eu lhe disse então: “Mas a Maçonaria é infinitamente melhor”, e aproveito esta oportunidade para repetir e ampliar estas palavras. Continue lendo

Experimento de 30 Dias: Abstinência de Carne Vermelha

Após ter assistido metade do documentário chamado Earthlings, decidi que deveria ao menos testar em mim mesmo como seria ficar 30 dias sem nenhuma carne vermelha na alimentação, ou seja, sem ingerir carne bovina e suína.

Hoje é meu último dia do período. Devo dizer que tudo transcorreu muito bem!

Supri minha necessidade de proteínas através de aves como frango e peru, e através de peixes, crustáceos, leite e ovos. Foi bastante tranquilo, do ponto de vista do meu apetite, privar-me do consumo de carne vermelha. Acho que ficou um pouco mais difícil agora no final do período de 30 dias, em que o efeito do vídeo já estava bem mais fraco e a vontade de experimentar carne vermelha foi aos poucos voltando. Continue lendo

Earthlings (Terráqueos)

A verdade dói quando não queremos vê-la; quando nos esforçamos para desviar o olhar daquilo que acontece diariamente logo abaixo dos nossos narizes. Damos APOIO e SUPORTE para que aconteçam, através do nosso poder de compra como consumidores. Comprar é um ato de livre escolha. Manter um hábito também o é.

Um amigo me indicou esse vídeo, que mostra a realidade da indústria animal (em ambos sentidos) produtora de carne, couro e casacos de pele, assim como outros artigos de “luxo”.

Eu era carnívoro há 40 minutos atrás. Tive que parar no meio do documentário. Achei melhor dividir em 2 seções. Após “digerir” a informação dessa primeira parte, estarei pronto para a segunda. (Claro, não virei vegetariano instantaneamente, mas desde já comecei a mudar meus hábitos).

ATENÇÃO: imagens fortes. Se você não quer se sentir mal ou se deseja continuar na ignorância (embora isso não o exima da responsabilidade), recomendo que não aperte Play.