Glossário Informal de Termos

Há geralmente muita confusão e maus entendidos com relação a certos tipos de informação, como por exemplo, o tipo que é comentado aqui neste site e em outros dos quais participo.

É minha intenção começar a escrever mais sobre as filosofias e práticas que estou em contato atualmente, mas antes disso, percebi que seria útil e esclarecedor publicar uma explicação sucinta dos termos mais utilizados nesse meio.

O objetivo é de construir uma base mútua de entendimento entre o autor e os leitores, para que haja uma interação saudável e verdadeira, em bases claras e num ambiente de neutralidade.

Claro, isso nem sempre é possível. Mas é sempre bom fazermos a nossa parte para que haja o mínimo de maus entendidos :)

Acessem o Glossário clicando aqui:

http://www.labirintodamente.com.br/blog/glossario-informal-de-termos/

Sintam-se à vontade para sugerir alterações ou inclusões, utilizem o próprio link acima, adicionando nos comentários.

Caso não achem algum Termo ou estejam procurando uma descrição mais completa, favor acessar a Wikipédia de Ocultismo, projeto desenvolvido por Marcelo Del Debbio do portal Teoria da Conspiração, que conta com mais de 4.900 verbetes e 2.000 imagens.

Tornar-se o que se é

…vivemos em um mundo onde uma multiplicidade de forças muito poderosas tem atuado sobre nós. Do nascimento, passando pela escola, até o trabalho, tentam suprimir nossa individualidade, nossa criatividade e, acima de tudo, nossa curiosidade – em suma, destruir tudo que nos encoraja a pensar por nós mesmos. Nossos pais queriam que nós agíssemos como as outras crianças da vizinhança; eles enfaticamente não queriam um menino ou uma menina que parecessem “estranhos” ou “diferentes”, tampouco “condenavelmente espertos demais.”

Então entramos na escola, um destino pior que a morte e o inferno combinados. Ao aterrissarmos em uma escola, aprendemos duas lições básicas: 1) Existe uma resposta correta para qualquer questão; 2) A educação consiste em memorizar essa única resposta correta e regurgitá-la nas “provas”. As mesmas táticas continuam pelo ensino médio e, salvo em algumas ciências, até a universidade.

Através desta “educação” encontramo-nos bombardeados pela religião organizada. A maioria das religiões, no ocidente, também nos ensina a “única resposta correta”, a qual devemos aceitar com uma fé cega; pior ainda, tentam nos aterrorizar com ameaças de sermos queimados após a morte, tostando e fervendo no inferno se alguma vez ousarmos pensar por nós mesmos, de fato.

Depois de 18 a 30 anos de tudo isso, entramos no mercado de trabalho, e aprendemos a nos tornar, ou a tentar nos tornar, quase surdos, mudos e cegos. Devemos sempre dizer aos nossos “superiores” o que eles querem ouvir, o que veste seus preconceitos e/ou seus desejos fantasiosos. Se notamos algo que eles não querem saber, aprendemos a manter nossas bocas fechadas. Se não –

“Mais uma palavra, Bumstead, e você está despedido!”

Este rebanho humano começou com gênios em potencial, antes que a conspiração tácita da conformidade social enferrujasse seus cérebros. Todos eles podem se redimir dessa liberdade perdida, se trabalharem duro pra isso.

Eu trabalhei por isso por 50 ou mais anos até agora, e ainda acho partes de mim agindo como um robô ou um zumbi em algumas ocasiões. Aprender a “tornar-se o que se é” (como na frase de Nietzsche) leva o tempo de uma vida, mas ainda parece ser o melhor a se fazer.

Texto de Robert Anton Wilson, autor da Madras Editora (Fonte)

Carta a um Maçom

Rio de Janeiro, 9 de julho de 1963.

Caro Dr. G.:

Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.

Li, com maior prazer, a entrevista concedida ao Diário de Notícias, através da qual o Grande Oriente do Brasil manifesta à nação a sua intenção de, finalmente, fazer com que a Maçonaria venha a ocupar na vida brasileira o papel que lhe cabe e sempre lhe coube desde a Independência – que, como todos sabemos, foi feita por maçons.

Relembrei nessa ocasião minha conversa com o senhor, e as nossas palavras de despedida, nas quais buscou o senhor gentilmente trazer à minha atenção o fato de que (na sua opinião) a Igreja Católica Romana é uma boa introdução à vida adulta para crianças. Eu lhe disse então: “Mas a Maçonaria é infinitamente melhor”, e aproveito esta oportunidade para repetir e ampliar estas palavras. Continue reading

Experimento de 30 Dias: Abstinência de Carne Vermelha

Após ter assistido metade do documentário chamado Earthlings, decidi que deveria ao menos testar em mim mesmo como seria ficar 30 dias sem nenhuma carne vermelha na alimentação, ou seja, sem ingerir carne bovina e suína.

Hoje é meu último dia do período. Devo dizer que tudo transcorreu muito bem!

Supri minha necessidade de proteínas através de aves como frango e peru, e através de peixes, crustáceos, leite e ovos. Foi bastante tranquilo, do ponto de vista do meu apetite, privar-me do consumo de carne vermelha. Acho que ficou um pouco mais difícil agora no final do período de 30 dias, em que o efeito do vídeo já estava bem mais fraco e a vontade de experimentar carne vermelha foi aos poucos voltando. Continue reading

Earthlings (Terráqueos)

A verdade dói quando não queremos vê-la; quando nos esforçamos para desviar o olhar daquilo que acontece diariamente logo abaixo dos nossos narizes. Damos APOIO e SUPORTE para que aconteçam, através do nosso poder de compra como consumidores. Comprar é um ato de livre escolha. Manter um hábito também o é.

Um amigo me indicou esse vídeo, que mostra a realidade da indústria animal (em ambos sentidos) produtora de carne, couro e casacos de pele, assim como outros artigos de “luxo”.

Eu era carnívoro há 40 minutos atrás. Tive que parar no meio do documentário. Achei melhor dividir em 2 seções. Após “digerir” a informação dessa primeira parte, estarei pronto para a segunda. (Claro, não virei vegetariano instantaneamente, mas desde já comecei a mudar meus hábitos).

ATENÇÃO: imagens fortes. Se você não quer se sentir mal ou se deseja continuar na ignorância (embora isso não o exima da responsabilidade), recomendo que não aperte Play.